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Resolução CNSP 496: mudanças e prazos nos seguros de danos
A Resolução CNSP 496/2026 reorganiza as regras dos seguros de danos: revoga a Resolução 407/2021, encerra a categoria transversal de grandes riscos e fixa prazos de regulação e liquidação. Vigora desde 18/08/2026, com adaptação de produtos até 04/01/2027 e aplicação obrigatória em 05/01/2027.

SRO Susep: o que é, prazos e o que mudou
O SRO Susep é o sistema pelo qual seguradoras e EAPCs registram operações em registradoras credenciadas, com prazos por documento — 5 dias úteis para apólices e endossos, 30 dias para sinistros. Veja o que mudou na V3 e como avaliar a prontidão da operação antes de 1º de dezembro de 2026.

Continuidade de Negócios em Seguradoras: Plano que Resiste
Continuidade de negócios em seguradoras é a capacidade de manter emissão, sinistros e atendimento funcionando durante e após uma interrupção — falha de sistema, ataque cibernético ou indisponibilidade de fornecedor. No Brasil, a Circular Susep nº 638/2021 exige que essa capacidade esteja formalizada em um plano de continuidade de negócios (PCN) testado, não apenas documentado.

Segurança Cibernética em Seguradoras: Guia Susep 2026
Segurança cibernética em seguradoras é o conjunto de políticas, controles técnicos e processos de governança que protegem dados de segurados, sistemas core e integrações contra incidentes digitais. No Brasil, ela é também uma exigência regulatória da Susep, reforçada em 2026 com novas normas sobre terceirização, continuidade de negócio e gestão de riscos cibernéticos.

Arquitetura de Dados para Seguradoras: Guia e Critérios
Arquitetura de dados para seguradoras é o conjunto de padrões, fluxos e responsabilidades que define como dados são coletados, integrados, validados e disponibilizados entre sistemas como cotação, apólices, sinistros e resseguro. Ela existe para que a operação tome decisões, cumpra exigências regulatórias e escale sem depender de reconciliação manual entre plataformas.

Outsourcing de TI para Seguradoras: Quando Contratar
O outsourcing de TI para seguradoras pode ampliar a capacidade técnica, acelerar integrações e apoiar projetos de modernização. A decisão exige análise do modelo de contratação, especialização setorial, segurança cibernética, governança de dados, continuidade do conhecimento, SLA e responsabilidades regulatórias.

Observabilidade em sistemas de seguros: APIs, dados e IA
Observabilidade em sistemas de seguros é a capacidade de investigar o comportamento da operação a partir de sinais como logs, métricas e traces. Ela ajuda a localizar falhas, compreender dependências e relacionar problemas técnicos a jornadas como cotação, emissão e sinistros. Sua efetividade depende de instrumentação, contexto e processos de resposta.

API Management para seguradoras: como integrar sistemas
API Management para seguradoras é a disciplina de projetar, publicar, proteger, documentar, monitorar, versionar e desativar APIs ao longo de seu ciclo de vida. Ela organiza integrações entre core, canais, parceiros e aplicações de IA, reduzindo dependências pontuais e criando mais controle sobre acessos, mudanças, desempenho e rastreabilidade.
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Acesse a calculadoraReconhecimento e Destaques no Mercado
Tecnologia Única apresenta plataforma que une inovação, tecnologia e agilidade para o mercado segurador
InsureMO firma parceria com Tecnologia Única para impulsionar negócios no Brasil
Adriano Garcias, CEO e co-fundador da Tecnologia Única, é palestrante no CQCS Insurtech & Inovação 2025
